
Unidas, em Nova Iorque.
Eu sou Leda Letra e no programa desta quinta-feira, vamos destacar uma visita de especialistas
em direitos humanos a Portugal; conhecer detalhes de um novo relatório do Unicef sobre amamentação
e falar sobre o retorno da ameaça do ebola.
Portugal precisa mudar a orientação do seu sistema penitenciário e focar na reabilitação
dos presos.
Essa é a principal conclusão dos integrantes do Subcomitê da ONU para Prevenção da Tortura.
O grupo acaba de passar 10 dias no país, visitando cadeias e instituições de saúde
mental na capital Lisboa e também em Coimbra, Porto e Sintra.
Da redação da ONU News, o repórter Eleutério Guevane traz mais informações.
O grupo de especialistas acompanhou integrantes do órgão Mecanismo Nacional de Prevenção
durante uma visita a um centro de detenção para jovens e também a uma prisão.
Para o Subcomitê, é importante a ação desse tipo de orgão independente para garantir
a prevenção da tortura e dos maus tratos.
Portugal deve criar mecanismos para prevenção e também alternativas à detenção.
Esse tema será uma parte de um relatório que os especialistas vão elaborar e entregar
às autoridades.
Obrigada, Eleutério, trazendo a notícia sobre o sistema penitenciário em Portugal.
Nosso assunto agora é amamentação.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, está fazendo um alerta: o número
de bebês que não recebe leite materno continua alto, especialmente nos países mais ricos.
Por ano, aproximadamente 7 milhões e 600 mil bebês deixam de ser amamentados.
Os especialistas do Unicef lembram que as mães precisam receber apoio dos trabalhadores
de saúde e das comunidades para poder amamentar.
A agência da ONU indica que o leite materno protege mães e bebês de doenças fatais,
como pneumonia e diarreia, ajuda a reduzir o risco de mortalidade infantil e pode garantir
um QI mais alto.
Mesmo assim, 21% dos bebês em países de alta renda nunca são amamentados.
Nos países de rendas baixa e média, esse índice é de 4%.
No Butão e no Madagáscar, 99% dos bebês são amamentados, enquanto na Irlanda, o índice
é de 55% e nos Estados Unidos, de 74%.
O Unicef defende que os governos apoiem mais o aleitamento, aumentando as iniciativas neste
sentindo, como permitir a amamentação no local de trabalho e implementando políticas
para reduzir o marketing de produtos como fórmulas de leite e mamadeiras.
Agora vamos falar de uma ameaça que voltou à África: a República Democrática do Congo
acaba de confirmar pacientes com ebola.
Aqui na sede em Nova Iorque, o porta-voz do secretário-geral, Stephane Dujarric, explicou
que o governo da RD Congo declarou um surto na terça-feira, após testes de laboratório
confirmarem dois casos de ebola na região de Bikoro.
Segundo o porta-voz, a Organização Mundial da Saúde, OMS, trabalha com o governo do
país para mobilizar equipes de saúde para responder ao surto.
Essa resposta será parecida com o modelo usado para conter um surto similar ocorrido
em 2017.
No verão do ano passado, quatro pessoas morreram de ebola na RD Congo.
A OMS vai enviar para o país epidemiologistas, médicos e especialistas em infecção, prevenção
e no controle da doença.
A agência já liberou 1 milhão de dólares para ações nos próximos três meses.
O vírus foi descoberto na República Democrática do Congo em 1976.
O ebola é uma doença grave e pode ser fatal se não for tratada.
Termina aqui o Destaque ONU News!
Hoje a gente agradece à Carla Moura, que deixou um comentário no canal ONU News no
YouTube!
Obrigada, Carla!
Não se esqueça de conferir o nosso site: news.un.org/pt para ler, ouvir e claro, assistir
mais notícias sobre o universo das Nações Unidas.
Um abraço a todos, em especial à população do Porto e de Sintra, em Portugal!
Até a próxima.
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